Fatias contadas

Eu passava férias de verão na casa de minha irmã, no Ceará. Fui ao mercado várias vezes e em quase todas percebi que muitas pessoas compravam frios fatiados por unidade. Duas fatias de presunto, por favor. Semanas depois, em um sábado em São Paulo, na fila da padaria Barcelona, eu “precisava” de um chamego de... Continuar Lendo →

O peixe que é caminho

A questão é de trilha (um peixe), de saudade do que eu ainda não comi e de cultivar um espírito aventureiro. Recalcular a rota. Por que não? Não sei. Nesses primeiros dias do ano ímpar de 2017, a confusão de prazer e serviço está um tanto acentuada. Depois de férias parciais, voltei para São Paulo... Continuar Lendo →

Depois de tudo, a hora mágica

Depois de tudo, eu mesma comi dois pratos de arroz e feijão com pedacinhos de bacon. Para ela ainda tinha fritado um bife. E um ovo. Pedi que escolhesse a mistura da janta. Ovo ou bife? Ovo com bife, respondeu. Ovo, bife, arroz e feijão com pedacinhos de vida gordinha. Enquanto preparava a parte dela,... Continuar Lendo →

Sopa de pão (ou assados e perdidos)

A sopa de pão é minha primeira lembrança de gosto. Podia ser pão perdido, esquecido ou novo. Era doce e montada na caneca de alumínio meio amassada. A foto mal filtrada não lhe faz justiça, ainda mais embrulhada em cerâmica nova. Rasgo o pão, derramo café e leite e polvilho açúcar. Naquele tempo, quando encontrava... Continuar Lendo →

WordPress.com.

Acima ↑