Nossa vida por extenso

Fui ao cartório para reconhecer firma em um documento. Percorri todas as etapas burocráticas e estava só esperando a liberação da papelada quando a funcionária me chamou para dizer que o jogo não tinha terminado. A assinatura não batia e eu teria de escrever direito até acertar. Tentei três vezes, tremi e errei em todas elas. Quando a moça me mostrou o original, registrado naquele mesmo cartório havia cinco anos, eu vi que agora minha letra era outra. Crise de identidade manuscrita detectada.

Continue a ler neste link. Texto meu publicado na Vida Simples de novembro de 2015, edição 164. A revista está nas bancas.

2 pensamentos sobre “Nossa vida por extenso

  1. Engraçado… Os meus cheques sempre voltam por “erro de assinatura”. Toda vez que tenho de reconhecer forma, já sei que, na verdade, terei que abrir firma. Essa semana, fotografei uma lista que eu rabisquei e enviei para um amigo antigo. Ele: “Nossa! Sua letra mudou”. Eu: “Muda todos os dias. E eu tb.”
    Quem ganha nessas é o cartório e a minha analista. 😉

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